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terça-feira, 26 de julho de 2011

Amigos de Anteontem


De vez em quando apareço por aqui. É verdade... faz tempo, mas ando muito atarefada e até pra gritar anda difícil.

Hoje eu quero falar de amigos. Ter amigos é simplesmente fazer valer a pena a nossa existência, é ver que valeu a pena a insistência. Tenho amigos impagáveis, originais, autênticos e incomuns e é provável que seja por isso que são meus amigos.

Encontrei nos últimos dias velhos amigos e novos amigos, que desde então são amigos de sempre. (Re)vivemos as lembranças, as verdades ditas fora de hora e as verdades nunca ditas. Curtimos as novidades (que sempre são muitas quando ficamos muito tempo sem ver os velhos amigos) dividimos os risos e as curiosidades, mas sempre restam coisas não conversadas porque o tempo é curto, os compromissos são tantos e a vida é rápida demais. Acho que deveríamos ter mais tempo com nossos amigos... os amigos de verdade. São eles que nos falam o necessário e o desnecessário, que diga-se de passagem é a melhor parte.

São os amigos que percebem as falhas, as imperfeições e faz você achar graça disso. E foi nisso tudo que vim pensando na volta pra casa após encontrar alguns amigos. E foi essa música que ouvi: http://letras.terra.com.br/coldplay/65481/traducao.html



domingo, 23 de janeiro de 2011

Dudu, o gato



Este é Dudu, meu gato amado que me deixou ontem. Ainda estou muito emocionada, mas compreendo que o ciclo da vida dele chegou ao fim.

Zangado, folgado, brigão, miador e gordo. Esse era Dudu, um gato que muitas vezes foi incompreendido, mas que deixou saudade em muitas pessoas. Os que tiveram a oportunidade de conhecê-lo, jamais o esquecerão. Sempre lembrarão do maior gato que já viram, do gato que deixava as pessoas com medo de passar pelo quintal ou das vezes que se assustavam com seu andar silencioso e seu jeito abusado de dormir onde não podia (dentro do carro, por exemplo).

Era caçador nato, nada passava por ele! Mas tinha o mau hábito de só querer beber água da piscina. Um dia resolveu que não queria mais comer! Gato teimoso. Diabético e com problemas renais não nos deixou apreciar seu jeitinho peculiar e autêntico por mais tempo.

Tudo bem... tudo tem seu tempo. Minha tristeza vai passar.

Com o tempo.

domingo, 28 de março de 2010

Renato Russo

27 de março de 2010 - Renato Russo faria 50 anos de vida



Pensei, repensei e não encontrei o que dizer sobre ele, logo ele que eu tanto admirei, tanto curti.


Há pouco, conversando com o meu amigo Sandro pelo msn, ele me disse o que é preciso dizer:


"Tudo o que precisava ser dito o próprio escreveu em vida"


E é isso... fica a nossa lembrança.

http://letras.terra.com.br/legiao-urbana/1326417/

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Meus cabelos sujos

Cá estava eu tentando encontrar algo para escrever aqui quando passei as mãos no meu cabelo a fim de prendê-los, quem me conhece pessoalmente sabe que eles voam facilmente e eu não aguento fios soltos no meu rosto.

Meus cabelos são oleosos, por essa razão tenho que lavá-los todo santo dia e costumo fazê-lo logo pela manhã, assim passo o dia com eles soltinhos.



Faz um tempo, muito tempo, eu tinha uns amigos que diziam que sempre que eu falava uma besteira era porque os meus cabelos estavam sujos. Talvez isso tenha começado com uma resposta non sense de minha própria autoria lá por volta dos 13 ou 14 anos. É óbvio que uma coisa não tem nada a ver com a outra, é como a lenda de Sansão que diz que o gajo concentrava suas forças nas madeixas.



Anyway... continuo falando ecas, mas meus poucos cabelinhos estão sempre cheirando a xampu.


(Preciso de mais hipóteses a serem testadas, rs)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Ler e Escrever


Eu sempre gostei de ler, desde pequena.


Me lembro quando tinha uns 4-5 anos (sim, eu me lembro!) e andava com a minha mãe pelas ruas de Teresópolis perguntando o que estava escrito em todos os lugares. Também pegava papel e caneta e pedia pra que ela ditasse as letras para eu formar palavras, me lembro de pedir pra que soletrasse geladeira, ela riu e disse que esta palavra ainda era difícil pra mim.



Eu lia tudo: rótulos de embalagens, bula de remédio, receitas, revistas em quadrinhos, livros que a escola pedia, livros que a escola não pedia e tudo mais que eu quisesse. Meu pai também é um "leitor de tudo", acho que aprendi com ele. Eu lia os livros que ele comprava, eram poesias (não esqueço do "Trem de Ferro" de Manuel Bandeira), crônicas, biografias, ficção científica, ciência... Entre os escritores estavam Stanislaw Ponte Preta (FEBEAPÁ, Tia Zulmira...), Chico Buarque, Isaac Asimov e muitos outros de tamanha importância. Cresci entre livros. Eu e meus gatos.
Gosto dessa lembrança.

Ainda na adolescência eu escrevia muito, naturalmente coisas que todas as adolescentes escrevem: suas paixões, tristezas e descobertas da realidade. Pena que perdi tudo com o tempo. Li "Cristiane F - 13 anos, drogada e prostituída" aos 13. Achei chocante! rs
Ultimamente minhas leituras se resumem a artigos científicos e livros evolutivos. Os últimos que li fora destas categorias foram "A menina que roubava livros" e "O livreiro de Cabul", gostei dos dois, o primeiro mais ainda. Como eu não resisto a uma promoção de livros comprei "Dewey - Um gato entre livros" (mais pela capa do que pelo conteúdo), "Uma breve história do mundo", "Quando Nietzsche chorou", "As memórias do livro" e "O Gene Egoísta", estou terminando este último, os outros vão esperar mais um pouquinho.
Ontem começou a FLIP - Feira Literária de Paraty, eu gostaria muito de ter ido. Ainda mais porque o Richard Dawkins ("O gene egoísta" e "Deus, um delírio") está lá hoje. Não deu, vou na próxima.

Aceito sugestões e livros!


Por curiosidade: